Ceir sedia Simpósio sobre Espasticidade; inscrições abertas

07 de agosto de 2017 por Associação Reabilitar

Divulgação 1A espasticidade é um quadro clínico enfrentado por muitas pessoas com deficiência e um desafio para os profissionais de saúde. Com temas relevantes ao tratamento dessa desordem motora, o Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) vai sediar o II Simpósio de Espasticidade do Piauí, nos dias 22 e 23 de setembro.

O evento é uma realização da Associação Reabilitar, organização social que administra o Ceir, com o apoio do Governo do Estado, do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Piauí (Crefito 14) e da Associação Brasileira de Fisioterapia Neurofuncional (Abrafin).

O Simpósio será aberto com uma Conferência Magna, ministrada pelo médico neurocirurgião funcional Francisco Alencar, e seguido com 18 palestras, divididas em sessões com temas relacionados ao impacto da espasticidade, tratamento clínico e cirúrgico, reabilitação pós-operatória, abordagem ortopédica e situações especiais, como a espasticidade em crianças com microcefalia e a aplicação clínica nos derivados canabinóides.

“A espasticidade é um distúrbio neurológico progressivo que provoca deformidades e espasmos musculares, piorando muito a evolução no tratamento do paciente e quando não bem avaliada e acompanhada, compromete a qualidade de vida da pessoa com deficiência”, explica o médico Francisco Alencar.

As inscrições on-line já estão abertas no site www.reabilitar.org.br/eventos. Podem se inscrever, estudantes de graduação (R$ 40,00); de pós-graduação (R$ 60,00); profissionais do Ceir (R$ 50,00) e profissionais de saúde, educação ou áreas afins (R$ 80,00).


Ambulatório de Espasticidade


O Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) mantém um Ambulatório de Espasticidade para atendimentos especializados a pessoas com deficiência que sofrem com esse distúrbio neurológico progressivo, realizando aplicações de toxinas botulínicas (conhecida como botox), orientações para o tratamento e, em casos especiais, encaminhamentos para procedimentos cirúrgicos, através do Sistema Único de Saúde (SUS).


Texto: Cláudia Alves – Comunicação Reabilitar

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