Nesta segunda-feira (12), o grupo formado por gestores e usuários do Comitê de Governança Clínica do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) realizou a primeira reunião deste ano, onde puderam analisar os dados do ano passado e mapear estratégias para 2026. Criado em 2025, o Comitê tem como objetivo analisar e criar ações que assegurem a efetividade dos serviços de saúde oferecidos no Centro.

A Governança Clínica é um sistema contínuo e integrado que estabelece a responsabilidade dos profissionais e da gestão em manter e aprimorar a alta qualidade no cuidado. No Ceir, os usuários contribuem ativamente com suas vivências para construção de soluções inclusivas por meio de representantes no Comitê e de canais de escuta e monitoramento de satisfação da Ouvidoria.
Para a gerente de Gestão da Qualidade da Associação Reabilitar e presidente do Comitê de Governança Clínica do Ceir, Bruna Mazullo, a participação de usuários reforça o compromisso em construir um Centro humanizado e focado em oferecer um atendimento de excelência.
“Esse sistema garante que cada terapia e intervenção não apenas siga protocolos de ponta, mas que também coloque o paciente no centro da decisão, promovendo um ambiente transparente e de alta confiança. É o compromisso diário com o melhor desfecho possível”, destacou.

Na prática, a Governança Clínica integra áreas importantes como: gestão de risco; melhoria contínua, utilizando dados e indicadores para aprimorar processos e resultados clínicos; auditoria clínica; e desenvolvimento profissional, assegurando que os profissionais estejam sempre atualizados e capacitados.

A pensionista Ângela Teixeira, de 61 anos, possui uma história de mais de quatro anos com a Reabilitação Física do Ceir. Para ela, o convite para participar do Comitê é uma oportunidade de retribuir o cuidado recebido por todos os profissionais do Centro.
“O Ceir exerce um trabalho lindo e importante não só para mim, mas para diversas outras pessoas que vejo todos os dias. Aceitei o convite com todo prazer. Nas reuniões a gente descobre um outro lado do Ceir e eu trago minha vivência. Já passei por fisioterapia, psicologia, arteterapia e serviços da Oficina Ortopédica. Por isso, toda reunião a gente debate pontos importantes para o dia a dia e aprendemos bastante”, ressaltou.







