O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, visitou, nesta sexta-feira (10), o Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), em Teresina. A agenda contou com a presença da médica e empresária Natasha Slhessarenko, de Mato Grosso, e do médico emergencista Vinicius Dias.

Durante a visita, acompanhada pela superintendência da Associação Reabilitar, organização social que gerencia o Centro em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi), foram apresentadas as boas práticas, a estrutura e os serviços ofertados pelo Ceir, que consolidaram o centro como referência na reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência no estado.
Ao destacar a trajetória do Ceir, o ministro ressaltou o impacto social do serviço ao longo de quase duas décadas. “Estamos falando de um projeto que começou lá atrás, desde a escolha do terreno, e que hoje reúne profissionais e rede de cuidado com mais de 2 milhões de atendimentos. Isso demonstra a dimensão e a importância desse trabalho para o Piauí”, afirmou.

Na ocasião, a médica Natasha Slhessarenko frisou que o atendimento humanizado é um dos principais diferenciais do centro. “É interessante ver o brilho no olhar das pessoas que constroem o Ceir. É possível perceber a paixão pelo que fazem e o cuidado com cada paciente. Essa humanização faz toda a diferença na assistência e nos resultados alcançados”, pontuou.
Neste ano, o Ceir completa 18 anos de serviços prestados às pessoas com deficiência. A unidade oferece reabilitação física, auditiva e intelectual, além de contar com um Centro de Diagnóstico, que disponibiliza mais de 100 tipos de exames.

Outro destaque é a Oficina Ortopédica, responsável pela fabricação de órteses e próteses, além da dispensação de meios auxiliares de locomoção.
“O nosso compromisso é garantir que cada paciente do Ceir seja visto em sua singularidade. Por trás de cada atendimento, existe uma história, o amor de alguém. E, para isso, nós investimos em melhoria contínua e foco centrado no paciente sempre”, ressaltou o superintendente executivo da Associação Reabilitar, Aderson Luz.







