Ceir sediará bazar beneficente com produtos apreendidos pela Receita Federal

Ceir sediará bazar beneficente com produtos apreendidos pela Receita Federal

10 de maio de 2021 por Associação Reabilitar

Entre os dias 17 e 21 de maio, será promovida, em Teresina, mais uma edição do bazar beneficente com mercadorias apreendidas pela Receita Federal.

Por causa da pandemia, neste ano, estão sendo implementadas novas medidas de segurança, como o agendamento obrigatório para acesso ao bazar. A medida visa garantir o distanciamento e barrar a disseminação do coronavírus. O agendamento poderá ser feito no site dessas instituições: www.reabilitar.org.brparoquiadeesperantina.org.br e  amarebrasil.org.br. Cada CPF terá direito a dois agendamentos e em dias distintos;

O pagamento da pulseira deverá, obrigatoriamente, ser efetuado em espécie na entrada do bazar.
O link para agendamento será disponibilizado 72 horas antes do primeiro dia de bazar (14/05/2021 às 8h), e 24h para agendamento em cada dia de bazar, nos sites: Associação Reabilitar | www.reabilitar.org.br/; Amare| amarebrasil.org.br; e
Asesp| paroquiadeesperantina.org.br/asesp.

Intitulado “Bazar Leão Amigo”, o evento irá acontecer no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) e é realizado pela Associação Reabilitar, Ação Social Esperantinense – Asesp, ONG ligada à Igreja Católica de Esperantina, e pela Associação para o Bem-Estar do Menor Carente de Esperantina (Amare).

Representantes das três instituições se reuniram para receber a carreta com os produtos da Receita Federal e alinhar o planejamento estratégico para organização, segurança e reforçar as medidas de combate ao coronavírus que estão sendo adotadas neste ano. Em conjunto, as três instituições serão responsáveis por toda a organização do bazar e dividirão o valor total arrecadado.

De acordo com o superintendente multiprofissional da Associação Reabilitar, Aderson Luz, o dinheiro arrecadado com o bazar será investido em placas solares. “Mais uma vez, a Associação Reabilitar teve um projeto aprovado, junto à Receita Federal, que contempla a instalação de 25% de sistemas fotovoltaicos para geração de energia limpa, ou seja, placas de energia solar para abastecer o prédio do Ceir. A previsão é que consigamos reduzir a conta de energia de 40 mil para 20 mil”, diz.

Já as instituições parceiras, Amare e Asesp, irão aplicar os valores em melhorias estruturais e nos serviços.

De acordo com Shirley Machado, coordenadora de Marketing da Amare, a instituição atua em Esperantina há mais de 30 anos, atendendo crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. “Fomos agraciados novamente com o bazar e, com os recursos arrecadados, iremos melhorar a infraestrutura das duas instituições, Amare e Asesp, para o bem-estar dos nossos colaboradores e usuários que atendemos”, diz.

Pandemia exige novas regras

Entre as mudanças nas regras de participação está a necessidade de agendamento para participar do evento. Os organizadores garantem todos os protocolos de segurança estabelecidos pelos órgãos sanitários competentes, com controle de temperatura corporal, exigindo uso obrigatório, distanciamento mínimo e disponibilizando álcool em gel e pia para lavagem das mãos com água e sabão.

Interessados sem agendamento não terão o acesso permitido ao bazar. Para entrar no local de venda, será necessário pagar uma taxa de R$ 10,00 o que dará direito a uma pulseira de acesso e o tempo de 30 minutos para as compras.

As formas de pagamento serão em dinheiro, cartão de débito e cartão de crédito – sendo a parcela mínima de R$ 50,00, em até 3 vezes, nas bandeiras Visa, Master, Elo, Dinner’s, American, Hipercard e Credishop. O valor máximo para compra é R$ 2 mil por pessoa física, sendo obrigatória a apresentação de CPF e documento oficial com foto.

Os portões serão abertos às 8h, e fechados às 17h. Não será permitida a entrada de pessoas com sacolas, bolsas, mochilas e capacetes e o estacionamento do Ceir será restrito à organização do bazar.

O Bazar é fruto do Projeto Leão Amigo, apresentado pela Associação Reabilitar, entidade social que administra o Ceir, e as ONGs Amare e Asesp. Os produtos não poderão ser trocados, testados e não têm garantia. As instituições envolvidas não se responsabilizam pelos produtos vendidos.

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